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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O NASCIMENTO DE UM ELEFANTE!



Maravilhoso!

Vídeo gravado no Elephant Park Safari em Taro, Bali mostra o nascimento de um bebê elefante que corria risco de não sobreviver devido ao não rompimento da bolsa amniótica,
e os esforços de sua mamãe para salvá-lo.

A
bolsa amniótica ou âmnio, em forma de saco, tem uma função protetora, na medida em que permite que o embrião se desenvolva num ambiente úmido, ao mesmo tempo em que amortece os choques térmicos e mecânicos.

Outro vídeo interessante com o nascimento de uma bebê elefante pode ser visto colando o endereço abaixo no navegador de seu micro.

http://noticias.uol.com.br/ultnot/bichos/ultnot/bbc/ult4550u695.jhtm

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO!





Jô Soares










O material escolar mais barato
Que existe na praça é o professor!
Se é jovem, não tem experiência.
Se é velho, está superado.
Não tem automóvel,
É um pobre coitado.
Tem automóvel,
Chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Não conversa, um desligado.
Dá muita matéria,
Não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria,
Não prepara os alunos.
Brinca com a turma,
É metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção,
Não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta,
Tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito,
O caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno,
Não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado.
Mas se conseguiu ler até aqui,
Agradeça a ele!


Enviado pela Sonia Jaboti

domingo, 1 de novembro de 2009

MUSSAKÁ, O DELICIOSO PRATO GREGO!


Hoje me veio uma saudades de Atenas com suas ruas arborizadas e o bairro de Plaka ao redor da Acrópole onde comemos uma deliciosa Mussaká.
Resolvi fazer para almoço o delicioso prato grego, como forma de elaborar a saudade e relembrar os bons momentos vividos na Grécia.

Para partilhar com vocês, passo a receita dada pelo chef Manoel de Oliveira do Restaurante grego "Acrópole", nos Jardins, em São Paulo.
Na receita original, o prato, típico da Grécia, da Turquia e dos Bálcãs, é composto de camadas de berinjela e carne de carneiro moída com cobertura de molho bechamel. Em uma versão adaptada, o chef Manoel de Oliveira adiciona fatias de batatas, usa carne bovina e capricha no queijo parmesão.

Clique no título acima e assista o vídeo com as explicações do chef. Abaixo segue a receita completa. Experimentem... é uma delícia!


Ingredientes

Recheio

1 kg de carne moída
1 cebola média picada
1 talo de salsão picado
10 dentes de alho picados
5 a 6 folhas de louro
15 cravos
2 canelas em pau
Alecrim a gosto
Sal a gosto
300g de extrato de tomate
8 berinjelas cortadas em fatias (com mais ou menos 1cm de espessura)
1,5kg de batatas cortadas em fatias
400g de queijo parmesão ralado
Óleo para fritar
Manteiga para dourar a carne moída

Creme para cobertura

1 litro de leite integral
5 colheres (sopa) de farinha de trigo
200g de manteiga
3 ovos

Queijo parmesão ralado a gosto
Sal a gosto

Modo de preparo

Recheio

Em uma panela grande coloque um pouco de manteiga e leve ao fogo até derreter. Em seguida, acrescente a cebola picada, o alho e o salsão. Frite por alguns segundos e coloque a carne moída. Adicione os temperos (louro, alecrim, canela, cravo e sal) e, logo depois, o extrato de tomate. Deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de uma hora e meia, mexendo sempre para não grudar. Enquanto isso, frite as fatias de berinjela e de batata em óleo bem quente. Deixe a gordura escorrer em papel toalha. Se possível, faça esse procedimento com um dia de antecedência assim os vegetais ficarão menos oleosos.

Creme para a cobertura

Leve a manteiga para derreter em uma panela de tamanho médio. Coloque a farinha e mexa sem parar. Adicione o leite e continue mexendo, desta vez com a ajuda de um fouet, para que o creme não embolote.
Coloque o parmesão e o sal a gosto. Mexa bem até levantar fervura. Acrescente os ovos e continue mexendo até que fique bem grosso.

Montagem

Em uma fôrma de tamanho médio acomode as fatias de berinjela já fritas. Salpique parmesão ralado e cubra-as com as fatias de batata e mais parmesão ralado. Coloque uma camada bem generosa do molho de carne moída. Faça mais uma camada de berinjela, parmesão e batata. Por último, cubra o mussaká com o molho bechamel e salpique mais queijo parmesão. Leve para gratinar em forno preaquecido com temperatura a 250 graus.

( Fonte: Veja SP)




CASCA DE LARANJA CRISTALIZADA


Para um final de tarde de domingo, verão, calor, amigos, um bate papo gostoso... e um sorvete refrescante acompanhado de deliciosas cascas de laranja cristalizadas.

Veja receita abaixo. Faça e aproveite!


Ingredientes:

Laranjas de casca grossa (da-bahia ou da-terra)

Açúcar

Água


Modo de preparar:

Lave laranjas com escovinha.

Faça um corte em cruz, tire a polpa, corte a casca em tirinhas, cubra com água e ferva. Jogue a água fora e ponha outra.

Ferva até amaciar.

Repita a operação e ferva por 20 minutos.

Escorra, pese e reserve.

Ponha o mesmo peso das cascas em açúcar e metade em água numa panela. Mexa para o açúcar dissolver.

Ao ferver, pare de mexer e deixe até formar um xarope ralo. Junte as cascas. Cozinhe, mexendo às vezes, até a calda praticamente desaparecer. Então, mexa devagar até a calda ficar seca e esbranquiçada. Seque sobre peneira, em local seco. Guarde em vidro bem tampado.

Sirva com sobremesas não-cítricas suaves. Ou pequenas tiras para acompanhar sorvetes, chocolate quente e chás.


Foto Vera/ Ilha Grande, Angra dos Reis, 2008

"TÁ TÃO DIFÍCIL FINGIR QUE TÁ FÁCIL!"





Por
Rosana Braga









Outro dia, fizemos uma confraternização entre o pessoal da editora para a qual faço alguns trabalhos. Era um daqueles dias lindos, onde todos se disponibilizam para o riso e os abraços. Estávamos num sítio e os homens e meninos resolveram jogar bola, enquanto as mulheres assistiam e riam da falta de preparo físico deles...
Claro que o objetivo era a diversão e tudo acontecia assim. Num determinado momento, aproximei-me das grades da quadra, perto da trave. Para a minha surpresa, veio um deles, agarrou-se na grade e confessou, exausto, suando, como quem pede socorro: “Ai, tá tão difícil fingir que tá fácil!”

A confissão foi tão espontânea e inesperada que comecei a rir, mas imediatamente tive um insight, “caiu uma ficha”, como dizem. Pensei comigo mesma: é realmente muito difícil, em alguns momentos de nossa vida, fingir que tá fácil, mas ainda assim a gente insiste em fingir, sem se dar conta de que isso só aumenta mais a dificuldade, tanto a física, quanto a mental e, principalmente, a emocional.

Fica fazendo cara de feliz e até sorrindo feito bobo, só pra disfarçar a dor que lateja por dentro, a tristeza que machuca sem parar, a mágoa por algo que aconteceu e não sabemos o que fazer com a realidade.
Talvez um emprego que perdemos ou nem conseguimos conquistar; um amor que acabou ou que nem começou; um amigo ou irmão com quem brigamos e não sabemos como fazer as pazes; uma raiva absurda que toma conta da gente por causa de uma situação em que nos sentimos contrariados, diminuídos, humilhados...

Enfim, muitas vezes, vivemos situações que nos provocam o desejo de xingar, gritar, esbravejar, argumentar e chorar feito criança, sem se importar com as caretas, as lágrimas, o barulho... só chorar, chorar e chorar até pegar no sono... Mas não! Não nos permitimos amolecer. Permanecemos durões, engolindo a dor a seco, sentindo a tristeza passar pela garganta como se fosse espinha de peixe enroscada... arranhando, incomodando, doendo mais. E lá estamos nós... fingindo que está fácil!

Pois bem, não sei quanto a você, mas estou decidida, cada vez mais, a mostrar o que sinto, mesmo sabendo e confessando que também não é nada fácil. No entanto, é bem mais fácil se expor e mostrar os sentimentos, tentando digeri-los e transformá-los em aprendizado, do que fingir, camuflar, parecer sem ser, viver sem se aprofundar, amar sem ser intenso, sentir sem se entregar.

Não estou, de forma alguma, sugerindo que você alimente sentimentos como raiva, tristeza e desesperança. Muito pelo contrário: estou sugerindo que você os assuma, sinta-os e, assim, possibilite o fim de cada um deles. Porque enquanto a gente finge que não está sentindo, eles continuam lá, enroscados. Mas quando a gente se assume e os expõe, eles passam, acabam, vão embora. Claro que, sobretudo, este tem de ser o nosso objetivo!

Aproveito, então, para sugerir: pare de fingir. Pare de sustentar um ego que só te faz ser quem você não é (ou seja, ninguém!) e te distancia de sua verdadeira essência. Pare de se importar tanto com o que vão pensar sobre você e se concentre mais na sua humanidade, na sua vontade de crescer e se tornar melhor, lembrando sempre de que a gente só consegue sair de um lugar e chegar a outro quando tem consciência de onde está e, sobretudo, para onde deseja ir.

Que você vá além e ultrapasse qualquer caminho que não seja o seu. Saia do fingimento e vá para o autêntico, porque só assim é que a vida vale a pena e é só aí que o amor encontra espaço!

Enviado pela amiga Ana Vitória